segunda-feira, 13 de outubro de 2014
domingo, 12 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Pra você, pois eu sei que um dia você vai ler.
"Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba."
Talvez não seja o dia certo.
Mas eu não tenho o que guardar.
Nada mais a esconder.
Mas olhar no teu olhar e não proferir nada é um abismo.
Tão distante, tão perto.
Lembranças, cuidados, exageros.
Como tudo mudou.
Ou seja, como tudo não existe mais.
Como existiu tanto.
Como somos diferentes.
Como somos iguais.
A escolha traz a falta.
Você faz falta.
E como você sempre frisou:
A escolha foi minha.
Eu fui, você se foi.
Fomos longe.
Muito longe.
Permaneceremos longe.
E, não... você não vai ficar esperando até que eu volte e te encontre onde deixei.
Você é mais do que isso. Somos melhores do que isso.
Você faz falta e eu sei o estrago que causei.
Emocionalmente indisponíveis.
Desejo que você seja sempre bem.
Seja sempre o que acreditei sempre ser.
Desejo que sua essência não mude.
Que seu caráter seja o mesmo de suas palavras prometedoras.
Que as cores dos seus cliques possam colorir seus dias.
Pois foi o que eu sempre quis.
Amei você como nunca amei ninguém.
Amei tanto que não sabia mais amar.
Pra você é mais fácil amar.
Então vai lá.
Ame.
Como sempre você faz com facilidade, mas dessa vez não erre.
Perder amores mostra o quanto somos incapazes;
Ame quantas vezes for necessário.
Mas se ame primeiro.
Pra você é mais fácil amar.
Então vai lá.
Ame.
Como sempre você faz com facilidade, mas dessa vez não erre.
Perder amores mostra o quanto somos incapazes;
Ame quantas vezes for necessário.
Mas se ame primeiro.
Não somos de tanto ruim.
Não somos de tanto bons.
Não odeio você.
A página virou rápido e nossa história se apagou.
A página virou rápido e nossa história se apagou.
Mágoas, decepções... frustrações, expectativas quebradas.
Lágrimas, desespero, brigas, raiva... mas...
A gente só queria andar de mãos dadas. Lembra?
Erramos o caminho?
Sem volta.
Sem cura.
Te li muito, conheci os segredos e todas as entrelinhas.
Me decepcionei. Me feri.
Criei uma babaca expectativa.
Acreditei em promessas.
Me frustrei.
O estrago psicológico nem sei como resolver.
Odeio ameaças. Não sei discutir.
Odeio cobranças. Não sei esquecer.
Te li muito, conheci os segredos e todas as entrelinhas.
Me decepcionei. Me feri.
Criei uma babaca expectativa.
Acreditei em promessas.
Me frustrei.
O estrago psicológico nem sei como resolver.
Odeio ameaças. Não sei discutir.
Odeio cobranças. Não sei esquecer.
Queria perdoar.
Impossível.Impossível. Impossível.
Então, viva.
Seja em paz.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
I don't wanna talk about it
I can tell by your eyes
That you've probably been crying forever
And the stars in the sky don't mean nothing
To you, they're a mirror
I don't wanna talk about it
How you've broke my heart
If I stay here just a little bit longer
If I stay, won't you listen to my heart?
Oh, my heart
If I stand all alone
Will the shadows hide the colors of my heart?
Blue for the tears, black for the night's fears
The stars in the sky don't mean nothing to you
They're a mirror
I don't wanna talk about it
How you've broke my heart
If I stay here just a little bit longer
If I stay, won't you listen to my heart?
Oh, my heart
Marcadores:
Autores distantes Música,
Desabafo,
Passado,
Perdas
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Inferno
Eu já sei o porquê dos seus segredos.
Mas não se preocupe.
Vou levar você comigo.
É tudo meu.
Meu inferno.
Mas não se preocupe.
Vou levar você comigo.
É tudo meu.
Meu inferno.
sábado, 22 de março de 2014
Eloquente
Enquanto o mundo gira, eu me giro no mundo.
Rostos e belezas já não me atraem mais.
Quanto mais eu me perco nas ruas, mais me encontro.
De todos os olhares, o seu foi o que me restou.
Não uso capas, falo na cara, não devo nada.
Sou pagante ambulante responsável pelo que proferi.
Pessoas públicas, comerciais, devaneios devem esconder.
Sou a falta da regra, a sombra que se esconde do mal.
Prestes a declinar, ainda sei meu lugar.
Em cada lágrima caída, verdades se guardam.
Hoje me senti só, multidões e seus rostos cansados.
Perto do abismo, gritando por salvação.
Criatura forjada pelo medo, guardada por escudos, feridas que nunca fecharão.
No barracão guardo minhas fantasias, espero festas que nunca virão.
Poemas, versos, prosas, poesias, rimas, onde estão vocês?
Sou mais uma na selva, esperando outra salvação.
Viagens, eloquente sou.
Quem lê?
Não escrevi pra você.
Câmbio, desligando. Desconectando os olhares que achei que vi por aí.
Rostos e belezas já não me atraem mais.
Quanto mais eu me perco nas ruas, mais me encontro.
De todos os olhares, o seu foi o que me restou.
Não uso capas, falo na cara, não devo nada.
Sou pagante ambulante responsável pelo que proferi.
Pessoas públicas, comerciais, devaneios devem esconder.
Sou a falta da regra, a sombra que se esconde do mal.
Prestes a declinar, ainda sei meu lugar.
Em cada lágrima caída, verdades se guardam.
Hoje me senti só, multidões e seus rostos cansados.
Perto do abismo, gritando por salvação.
Criatura forjada pelo medo, guardada por escudos, feridas que nunca fecharão.
No barracão guardo minhas fantasias, espero festas que nunca virão.
Poemas, versos, prosas, poesias, rimas, onde estão vocês?
Sou mais uma na selva, esperando outra salvação.
Viagens, eloquente sou.
Quem lê?
Não escrevi pra você.
Câmbio, desligando. Desconectando os olhares que achei que vi por aí.
Marcadores:
Alma,
Desabafo,
Loucura,
Pensamentos
segunda-feira, 17 de março de 2014
Viver
Viver honestamente pra que?
Se o mundo pode cair aos seus pés, por que, pra que?
Não vale a pena.
Se o mundo pode cair aos seus pés, por que, pra que?
Não vale a pena.
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)